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Resenha

Interestelar – Resenha de Casal

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Depois de O Cavaleiro das Trevas e A Origem, Christopher Nolan consegue fazer seu filme mais ambicioso. Interestelar aborda a natureza exploradora e devastadora do homem.

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Que Nolan é um grande cineasta é indiscutível, tanto que sua nova obra de ficção científica está sendo comparada com o Clássico 2001 – Uma odisseia no espaço, de Stanley Kubrick. Porém, mesmo sendo uma homenagem ao cinema de Kubrick, Interestelar escreve sua própria história.

O irmão de Christopher Nolan, Jonathan, estava roteirizando Interestelar para Steven Spielberg dirigir. Podemos notar influências do diretor em cenas mais emotivas, é curioso imaginar como o filme seria nas mãos de Spielberg, talvez menos didático e mais dramatúrgico.

Em um futuro não determinado e talvez não muito distante, o ex engenheiro espacial Cooper – Interpretado incrivelmente por Matthew McConaughey – trabalha como fazendeiro para alimentar a população mundial, que sofre com fome, pestes e tempestades de poeira. Micheal Caine está de volta sob as lentes de Nolan interpretando o Professor Brand, que revela a Cooper uma missão em busca de novos planetas onde a humanidade pode ser reconstruída.

Temos no ótimo elenco  John Lithgow , Anne Hathaway,  Jessica Chastain,   Mackenzie Foy, Casey Affleck, Ellen Burstyn, Topher Grace, Wes Bentley e Matt Damon.

A montagem, assim como a direção de arte minuciosa são os destaques do filme e o tornam especial. Nolan utilizou e o máximo de sets possíveis e retroprojeções para evitar o Chroma-key.

Interestelar fez eu e a Vanessa mergulharmos no espaço e ficarmos confusos refletindo, portanto se você gosta de ficção científica certamente terá grandes emoções.

Sinopse

Após ver a Terra consumindo boa parte de suas reservas naturais, um grupo de astronautas recebe a missão de verificar possíveis planetas para receberem a população mundial, possibilitando a continuação da espécie. Cooper (Matthew McConaughey) é chamado para liderar o grupo e aceita a missão sabendo que pode nunca mais ver os filhos. Ao lado de Brand (Anne Hathaway), Jenkins (Marlon Sanders) e Doyle (Wes Bentley), ele seguirá em busca de uma nova casa. Com o passar dos anos, sua filha Murph (Mackenzie Foy e Jessica Chastain) investirá numa própria jornada para também tentar salvar a população do planeta.

Trailer

Curiosidades

Nolan não forneceu a Zimmer um script ou quaisquer detalhes da trama, para que ele pudesse escrever a música para o filme, ao invés disso, deu ao compositor “uma página de texto”, que “tinha mais a ver com a história [de Zimmer] do que o enredo do filme”.

Como em A Origem (2010) e os dois últimos filmes do “Cavaleiro das Trevas”, Nolan tem se concentrado em tantos ambientes reais quanto possível. “Temos interiores espaciais … nós construímos sets fechados [e] filmamos como um documentário como se [os atores] estivessem realmente lá”, disse ele. Nolan tinha os efeitos visuais do filme criados com antecedencia, e projetadas em telas colocados fora do conjunto da nave espacial, por isso, quando os atores olhavam para fora das janelas de sua embarcação espacial, eles eram capazes de ver e reagir a um ambiente real e não uma tela verde.

Christopher Nolan selecionou Matthew McConaughey depois de conferir sua atuação em Amor Bandido (2012). Foi um “momento ideal” para Nolan quando escolheram um nativo do Texas, McConaughey, para o papel principal.

O roteiro é baseado na obra do físico teórico, Kip Thorne. Ele descreveu a história como “baseado em um deformado espaço-tempo – os eventos mais exóticos do universo de repente tornam-se acessíveis para os seres humanos”.

Christopher Nolan descreveu o filme como “uma ode ao voo espacial humano”; ele cita os “filmes espaciais” 2001 – Uma Odisséia no Espaço (1968), Guerra nas Estrelas (1977), Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977), Alien, o Oitavo Passageiro (1979) e Blade Runner, o Caçador de Androides (1982) como uma influência para o longa.

Este é o primeiro filme de Christopher Nolan desde Following (1998) a não ser filmado pelo diretor de fotografia,Wally Pfister, que estava ocupado com sua estreia na direção, o longa Transcendence: A Revolução (2014). Nolan contratou o diretor de fotografia Hoyte Van Hoytema para substituir Pfister.

Maior cena a ser filmada, utilizando 15/70mm IMAX para um longa-metragem, e, devido à rápida conversão da indústria cinematográfica para formatos de projeção digital, será potencialmente o último filme a ser projetado em 15/70mm IMAX.

Em um Perguntas e Respostas realizado no CinemaCon em Las Vegas em 26 de março de 2014, Christopher Nolanafirmou que Interestelar é “muito diferente” do seu trabalho passado, e que foi inspirado pelos filmes que viu crescer durante o que denominou de “a era de ouro dos sucessos”- essencialmente, quatro filmes quadrantes que não precisam de um” rótulo família “para apelar a todos os públicos. Nolan observou que é “realmente sobre voltar para esses tipos de filmes.” Nolan depois citou os longas de Spielberg, Tubarão (1975) e Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977) como filmes que conseguem abordar assuntos sérios, enquanto atraem todos os tipos de público.

A fim de oferecer um papel a Jessica Chastain, Christopher Nolan mandou um assistente para a Irlanda, onde ela estava filmando Miss Julie (2014) com um roteiro marcado, à marca d’água, com o nome de Chastain. Chastain não foi autorizada a manter o script depois que o leu.

O filme começou como uma produção da Paramount. Quando Christopher Nolan assumiu a cadeira de diretor, aWarner Bros., que lançou recentes produções de Nolan, buscou uma participação no projeto. Em troca de direitos de distribuição internacional, a Warner deu a Paramount os direitos de co-financiar futuras sequências de Sexta-Feira 13 (2009) e South Park: Maior, Melhor e Sem Cortes (1998).

Christopher Nolan exibiu Os Eleitos – Onde o Futuro Começa (1983) para o elenco antes das filmagens começarem, para ajudá-los a entender seus papéis no filme.

Levando em conta que o filme tem 169 minutos de duração e custo de produção aproximado de 165 milhões dólares, o filme finalizado carrega um preço de aprox. $ 976,331.36 por minuto.

A explicação teórica do buraco de minhoca usando papel e caneta é exatamente a mesma que aparece em O Enigma do Horizonte (1997).

Anne Hathaway sofreu de hipotermia durante as filmagens na Islândia, devido ao fato de que seu traje espacial foi aberto durante as gravações na água gelada.

O cenário apocalíptico da Terra neste filme, é inspirado no desastre Dust Bowl que ocorreu nos Estados Unidos durante a Grande Depressão na década de 1930.

As personalidades robôs são inspiradas por Douglas Adams, autor do universo “Guia do Mochileiro das Galáxias”, onde o Sirius Cybernetics Corporation criou as Genuínas Pessoas Personalidades (” BPP “), que impregnam seus robôs com inteligência e emoção. O exemplo mais reconhecido no universo de Douglas é Marvin, um andróide paranóico.

O filme menciona a teoria de que os pousos na Lua foram forjadas pelo governo, e que Stanley Kubrick dirigiu o filme de TV usando adereços que sobraram de 2001 – Uma Odisséia no Espaço, que em si é uma das inspirações paraInterestelar.

A maioria das cenas do robô TARS não foram gerados por computador. Ao invés, TARS era uma prática marionete controlada e dublada no set por Bill Irwin, que foi então digitalmente apagada do filme. Irwin também manipulou o robô CASE, mas, nesse caso teve sua voz dublada por Josh Stewart.

No início da pré-produção, Dr. Kip Thorne previu duas diretrizes a serem seguidas rigorosamente: nada violaria as leis físicas estabelecidas, e que todas as especulações selvagens surgiriam da ciência e não da mente criativa de um roteirista. Christopher Nolan aceitou estes termos, desde que não ficasse no caminho da realização do filme. No entanto, Isso não impediu os confrontos: em um ponto, Thorne passou duas semanas falando para Nolan uma idéia sobre como viajar mais rápido que a luz.

Para criar o buraco de minhoca e buraco negro, Dr. Kip Thorne colaborou com o supervisor de efeitos visuais Paul J. Franklin e sua equipe da Double Negative. Thorne ofereceu páginas de pesquisas de equações profundamente teóricas para a equipe, que então criaram novos programas de software CGI com base nessas equações para originar precisas simulações de computador desse fenômeno. Alguns quadros individuais levou até 100 horas para render, e, finalmente, todo o programa CGI chegou a 800 terabytes de dados. A VFX forneceu a Thorne uma nova visão sobre os efeitos das lentes gravitacionais e acresceu discos que cercam os buracos negros, e levou-o a escrever dois artigos científicos: um para a comunidade astrofísica e um para a comunidade de computação gráfica.

As grandes nuvens de poeira foram criadas no local, usando grandes ventiladores para soprar o pó sintético à base de celulose no ar.

Até Segunda com mais um post sobre cinema e não deixe de curtir nosso facebookinstagram e twitter pra não perder nada!

Fonte:  Adoro Cinema, Omelete 

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Videomaker, Técnico em informática, ex-Sacripanta, Vj da ex-mtv por 15 minutos e o mais importante, namorado da Vanessa, a parte do casal que presta nesse blog!